segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

Mistèrios












Quem sabe essa imagem não seja uma lição de humildade? Deus, pode, por vezes, ter desejado mostrar ao homem que ele, o ser pensante, está espalhado por toda a sua Maravilhosa Criação. E quem sabe se a Mente Divina que a Tudo Permeia, o que em síntese vem a ser o próprio Universo, não plasme em alguns lugares as suas Sublimes Ideações? Essa intrigante foto nos revela a nebulosa Keyhole, a qual estranhamente parece ter "desenhado" a nítida face de uma criatura humana. De fato, a criatura humana, isto é, o ser complexo, dotado de membros que possibilitam a sua locomoção, olhos que sondam os ambientes, e a maior de todas as maravilhas que é o cérebro, parece representar uma espécie comum presente em todos os quadrantes do Cosmos, sempre sob as formas que lhes são mais congeniais aos ambientes em que vivem e onde quer que existam as condições necessárias à sua adaptação e desenvolvimento. Miríades de estrelas possuem os seus sistemas planetários onde, forçosamente, a vida torna-se uma condição essencialmente matemática e comum, sempre que existam as oportunidades para que ela venha a se manifestar e evoluir. (FOTO: NASA)

Vida Especie de algas de Marte

A vida é mesmo maravilhosa e não faria, pois, qualquer sentido todo esse resplandecente Universo estar vazio, ter sido criado apenas para o nosso próprio deleite. Recentes fotos tomadas pelas nossas sondas exploratórias nos corpos celestes mais próximos, nos mostram essa espantosa realidade - a verdade de que não estamos sós nesta maravilhosa vastidão estrelada que nos cerca. A foto acima, supostamente tomada no solo de Marte por uma sonda da NASA, nos mostra algo que escondem mas de fato existe: resquícios de VEGETAÇÃO, provando que mesmo após a antiga devastação que destruiu todo aquele planeta, a vida jamais poderia ser totalmente extinta, uma vez que é imanente por si própria e, assim sendo, sempre e apesar de quaisquer circunstâncias adversas, de forma maravilhosa ressurgirá!

Marte, um planeta do nosso Sistema Solar e relativamente próximo de nós, está dentro da chamada "faixa sustentadora de vida", isto é, um corpo celeste planetário cuja distância em relação ao Sol permite (ou permitiu, assim como as evidências nos demonstram) ) até mesmo o advento de uma fantástica e muito evoluída civilização. E as provas disso, muito embora neguem e oficialmente se recusem a admitir, são inegáveis. A região marciana denominada Cydonia, além de ostentar o famoso rosto, bem como inúmeras formações piramidais, igualmente apresenta essa intrigante e bastante reveladora surpresa: uma enorme face leonina que pode ser vista quase na extremidade superior esquerda da imagem.....

.... E aqui mostrada em destaque, juntamente com o seu correspondente negativo. Não há mesmo qualquer dúvida que se trata de uma obra intencional, elaborada em um passado remotíssimo por seres inteligentes. Note-se também a existência de algumas pirâmides nessa área.

Aliás, a NASA tem uma "explicação" (a oficial, é claro) de que "tais pirâmides não passam de meras formações naturais, causadas simplesmente pela ação dos ventos". Ou seja, uma ora os ventos marcianos sopram de um lado, depois de outro, depois de um outro e depois de outro, sempre em direções contrárias, formando assim estruturas erosivas que lembrariam pirâmides. Simplesmente hilariante! Se assim fosse a nossa Terra, onde por sinal os ventos são muito mais abundantes, estaria repleta de pirâmides naturais. Todavia, faz sentido pois você sabia que existe um documento governamental secreto que orienta a NASA no sentido de negar quaisquer evidências de vida extraterrestre que porventura possa encontrar? É exatamente o que parece estar acontecendo! Contudo, não é mesmo verdade que por vezes encontramos o nosso próprio destino precisamente no caminho em que dele desejamos fugir?

Portanto, não há mesmo como negar! As inúmeras evidências nesse sentido tornam-se altamente expressivas e irrefutáveis. Restos de antigas edificações se espalham por quase toda a superfície marciana.....

..... Assim como, por exemplo, essa outra estrutura em forma de domo - dificilmente uma formação natural. E ainda por cima ostenta uma entrada, como se fosse uma espécie de hangar!

E as surpresas não param por aí. Atualmente, nossas sondas exploratórias já percorrem o árido solo marciano e algumas fotos "proibidas" até mesmo mostram os restos de uma antiga PAVIMENTAÇÃO rochosa ou, quem sabe, aquilo que teria restado de uma antiga edificação! Ou seja, podemos afirmar, isso sem qualquer medo de errar, que "a casa no momento está vazia, mas "alguém" deixou a luz acesa".

E por falar em fotos proibidas, VEJA ISSO! Oficialmente trata-se de uma "rocha" postada no solo marciano e supostamente fotografada por um módulo exploratório da NASA...... Sem qualquer dúvida, uma espécie de "rocha" tão marota quanto suspeita. A grosso modo, não nos lembraria uma múmia? E se não é uma espécie de múmia, certamente é um cadáver, evidentemente alienígena. Note-se também que, bem ao lado dela, parece haver um destroço metálico e também a existência da nítida marca de um forte arrasto no solo!

Reveja agora o detalhe devidamente ampliado da tal "rocha marciana". De tão explícito que é, dispensa maiores comentários!

NADA, nada mesmo impede que em tempos muito remotos antigos colonizadores espaciais tenham chegado à nossa Terra e aqui se estabelecido, muito possivelmente tendo sido os nossos antigos e verdadeiros ancestrais. Como sabemos, nós, os chamados Homo Sapiens Sapiens, surgimos como que por encanto no cenário terrestre, e na MESMA época em que os primitivos habitantes - os chamados Neandertais - igualmente sumiram do mapa! E não há qualquer explicação oficial para esse misterioso evento, só que NÃO EXISTE o chamado Elo Perdido, tão decantado pela Ciência oficial e que supostamente nos ligaria aos primatas, e tampouco temos quaisquer parentescos com os desaparecidos Neandertalenses. Porém, a foto acima torna-se, por sua vez, bastante sugestiva: alguém há milhões de anos atrás e usando uma arma desconhecida abateu um Neandertal mediante o inegável disparo de um certeiro projétil, ou quem sabe algo muito semelhante (ou talvez melhor e mais mortífero) do que o raio Laser, o qual lhe trespassou o crânio!

Não há mesmo como fugir da insólita realidade de que em tempos muito recuados e desconhecidos, uma certa raça extremamente tecnológica e evoluída se fez presente na Terra. As pirâmides, tais como aquelas que se espalham pelo solo marciano, são, por assim dizer, a "marca registrada" de uma fantástica Engenharia que veio a superar os próprios limites da Engenharia. As provas de uma antiga conexão cósmica existente entre este nosso pequeno planeta e os astros representam outra fortíssima evidência de que nada misterioso e inexplicado daquilo que está espalhado pala face da Terra se tratou de um mero acaso ou sequer de uma simples coincidência. Os muito precisos corredores da Grande Pirâmide de Gizé, por exemplo, apontam DIRETAMENTE para algumas constelações no exato ponto e nas exatas coordenadas em que se encontravam há dezenas de milênios de anos, antes de a própria Civilização Egípcia lá ter se estabelecido como cultura organizada.

E já está mais do que provado de que as pirâmides de Gizé ostentam uma nítida correlação com a Constelação de Órion. Nada ali foi mesmo erigido por mero acaso. Por outro lado, descobriu-se também que essas três pirâmides estavam igualmente alinhadas com MARTE no ano 10.399 Antes de Cristo, isto é, cerca de 12 mil anos antes da nossa Era. É, de fato, algo simplesmente estonteante, uma vez que a posição radial que parte da Esfinge irradia diretamente para as constelações que mais tarde formariam o nosso Zodíaco, tudo espantosamente coincidindo com as medições da Antiga Suméria!!!

E como já lhe revelamos através das nossas páginas, em TUDO, TUDO mesmo, os antigos Egípcios eram muito sutis através do elevado simbolismo que operavam e praticavam. Assim, seus deuses nada mais eram do que representações das FORÇAS UNIVERSAIS com as quais lidavam. Reverenciavam assim no seu intrincado Panteão precisamente os "seres divinos" que em tempos remotíssimos possibilitaram a expansão e o desenvolvimento da sua avançada cultura.

E agora, VEJA ISSO TAMBÉM! Trata-se de um estranho disco em poder do Museu do Cairo, descoberto pelo egiptólogo Brian Walter Emery em 1936, o qual foi encontrado em uma mastaba situada ao Norte de Saccara, precisamente na tumba de número 3111, pertencente a Seb-Hu, ou Sab-hu- um príncipe praticamente desconhecido e personagem da Primeira Dinastia Egípcia. E veja bem: estamos nos referindo à PRIMEIRA DINASTIA, cerca de 5 mil anos Antes de Cristo, quando oficialmente, segundo a História clássica, "começou de maneira rudimentar a Civilização Egípcia". Isto que você vê é TECNOLOGIA, Nada menos que PURA TECNOLOGIA, impossível de ter existido naquela distante época! E que tipo de metal ou máquina de altíssima precisão foi forçosamente empregado naqueles distantes e primitivos tempos? Que hábeis metalúrgicos teriam realizado tal façanha de modo a criar uma forma tão perfeita, simétrica, estruturalmente complexa? E exatamente PARA QUÊ teriam feito isso?

O estranho objeto tem um porte médio, 61 centímetros de diâmetro e 10,6 centímetros de altura na sua parte central, sendo dotado de uma perfeita simetria. Perfeita em demasia! As suas triplas curvaturas são orientadas em 120 graus com relação à periferia. Foi confeccionado de modo desconhecido em rocha bruta, tendo ao centro um encaixe perfeitamente esférico de tonalidade amarela cujo diâmetro é de dez centímetros, aparentando se tratar de uma espécie de encaixe talvez para a acoplagem de um outro mecanismo desconhecido qualquer. (FOTO: Anthony Sakovich Megaliths)

O disco de Seb-Hu recebeu dos egiptólogos as mais diversas atribuições, tais como "um pedestal", "um vaso ornamental", uma "lamparina ritualística", assim como muitas outras frustradas tentativas no sentido de explicar aquilo que é inexplicável - principalmente qual tipo de tecnologia foi utilizada para elaborar isso e qual teria sido a sua verdadeira finalidade. A explicação mais honesta certamente proveio do seu próprio descobridor, Sir Brian Walter Emery: - Não se conseguiu nenhuma explicação satisfatória sobre o curioso desenho deste objeto. Já Cyril Aldred chegou à conclusão que devido ao seu desenho e estrutura, poderia ser a reprodução de UM OBJETO METÁLICO MUITO MAIS ANTIGO! Há suspeitas que essa reprodução possa, de fato, ter sido uma maneira de preservar a lembrança de parte de um mecanismo muito mais complexo e de origem inteiramente desconhecida. Curiosamente, você sabia que esse objeto que tem uma idade superior a 5 mil anos é incrivelmente semelhante à parte de um moderno mecanismo fabricado pela Lokheed e destinado a trabalhar no interior de mísseis teleguiados? (FOTO: Jon Bodsworth, The Egypt Archive)

Tudo é mesmo muito estranho! Tutankhamon, último faraó da XVIII Dinastia e soberano de uma linhagem predestinada no trono do Egito desde os misteriosos primórdios da sua civilização, era também pertencente a uma estranha raça cuja origem, segundo as Tradições, descendia dos "antigos divinos", uma estranha raça que veio de algum lugar ainda não inteiramente identificado e que foi a responsável direta pelo súbito e espantoso progresso que veio a transformar pastores nômades, rudes e primitivos na maior e mais duradoura de todas as antigas civilizações conhecidas. Muitos mistérios, contudo, ainda envolvem esse intrigante personagem:

E será que você também conhecia o fato de que uma jóia encontrada na tumba de Tutankhamon ostentava uma rara pedra preciosa cuja origem NÃO ERA DESTE MUNDO? Pois é! E foi somente no recente ano de 1996 que o mineralogista italiano Vicenzo de Michele viu no Museu do Cairo em uma jóia que pertenceu àquele faraó uma pedra estranha e sobretudo incomum, dotada de tonalidades verde e amarela, da qual se constatou ser um curioso mineral MUITO MAIS ANTIGO DO QUE A PRÓPRIA CIVILIZAÇÃO EGÍPCIA! Levantaram até a hipótese de que essa rara pedra poderia ter sido criada na natureza mediante a vitrificação decorrente do impacto de um meteoro.... Mas até hoje os satélites mostram que não há quaisquer sinais de quedas de meteoros, antigos ou recentes, em todo o território do Egito! O químico austríaco Christian Koheberl, por sua vez (e um dos que examinaram essa curiosa peça arqueológica), atestou que tal pedra somente poderia ter sido formada mediante temperaturas extremamente elevadas, muito mais poderosas do que aquelas geradas por uma explosão nuclear, na verdade 10 MIL VEZES MAIORES! E, acrescentamos nós, se não foi gerada por um meteoro, fica claro que essa pedra é artificial e veio mesmo diretamente do espaço sideral - muito possivelmente trazida desde um outro mundo mais distante pelos antigos "deuses"!

E aquele que porventura contemplar com a devida atenção as estátuas dos soberanos egípcios mais importantes e antigos certamente ficará intrigado com a sempre insistente imagem daquilo que portam: o curioso objeto cilíndrico que as suas mãos seguram.....

..... Pois, muito embora aparente se tratar de suportes para fixação das estátuas, a verdade não é bem essa. Tratava-se, porém, de um misterioso artefato sempre portado e sempre em poder dos mais antigos soberanos egípcios - portanto os soberanos e herdeiros de uma antiga Tradição e predestinada estirpe - precisamente um curioso objeto cilíndrico denominado "O Bastão de Hórus"!

Os quais também aqui podem ser vistos, representados nessa peça em exibição no Museu do Cairo e denominada "A Tríade de Miquerinos", faraó da IV Dinastia, cerca de 2503 Antes de Cristo.

Hórus, "O Falcão Celeste", na Tradição Egípcia "O deus do céu dos antigos tempos" - talvez uma denominação que deva ser literalmente levada ao pé da letra - por vezes associado à forma LEONINA, foi também, durante as primeiras Dinastias, o patrono da arte de forjar metais. Note-se a representação do Disco Alado nas asas, como também os mesmos bastões situados nas suas garras!

É tudo mesmo muito metafórico, além de altamente revelador, quando se trata do misterioso Hórus. Essa parte, em especial, de um antigo texto hieroglífico em homenagem a ele nos diz: - "Quando as fundações forem reveladas, o disco se erguerá". E, por falar nisso, observe atentamente o sinal determinativo, associado ao "DISCO"! E podemos garantir que não existe qualquer sinal hieroglífico tradicional nesse sentido e, portanto, esse sinal sendo determinativo (isto é, autoexplicativo) é tão peculiar que fala por si próprio.

Aliás, a nossa modesta tradução entretanto revela que nessa parte faltou na tradução oficial algo que está bastante explícito: "MAS EN PET UBEN.... (?)" ou seja, "NASCIDO (OU ADVINDO) DO CÉU SE ERGUE O DISCO".

Muito sutil mesmo! E em poder do Metropolitan Museum, aqui vemos dois exemplares do "Bastão de Hórus", os quais pertenceram a Pepi II, faraó da VI Dinastia, cerca de 2184 Antes de Cristo. Estaria você surpreso com o "recheio" dos mesmos, vistos na parte superior? Pois é, não se sabe exatamente que materiais eram mesmo esses e para que exatamente serviriam operando nos interiores dos tais bastões. Mas.....

..... Talvez a resposta tenha sido encontrada somente em 1999 pelo Dr. Valery Uvarov, chefe do Departamento de Pesquisas Ufológicas, Paleociêncas e Paleotecnologia da Academia de Segurança Nacional da Rússia, o qual testou exaustivamente os tais "Bastões de Hórus" egípcios e até mesmo os reproduziu mediante o emprego de moderna tecnologia (foto). Segundo seus estudos permitiram concluir, eses objetos serviam para harmonizar o que os antigos egípcios chamavam de BA e KA, e hoje chamaríamos de Ying e Yang. De maneira extraordinária, eles atuam sobre o psiquismo e sobre a fisiologia humana, sendo, ainda, dotados de poderes altamente curativos, uma vez que é sabido e cientificamente comprovado que grande parte das doenças e dos distúrbios psíquicos, emocionais e orgânicos decorrem de um desequilíbrio entre as forças desconhecidas, consideradas positivas e negativas, que atuam sobre o nosso organismo. E não se trata de mera especulação ou abstração: a eficácia dos "Bastões de Hórus" foi igualmente comprovada e atestada pelo Dzhanelidze First Aid Scientific Research Institute! E até mesmo a Polyclinic of the Medical Centre of the Administration of the Russian Federation, de Moscou, comprovou através de experiências com o EEG (Eletro Encefalograma) que a utilização dos "Bastões de Hórus" espantosamente interagem diretamente com o cérebro humano, proporcionando: - uma suave mudança na atividade bioelétrica do córtex cerebral com redução na assimetria entre os hemisférios na seção anterior do ritmo Alpha, mediante uma freqüência de 10 Hz, além de produzir atividades Betapolimórficas que crescem em amplitude em todas as área do córtex cerebral!

E, o mais importante de tudo: incrivelmente, OS BASTÕES DE HÓRUS SE SINTONIZAM COM A FREQÜÊNCIA DE VIBRAÇÃO PLANETÁRIA DA TERRA - precisamente a chamada "Eigenfreqüência", a qual impulsiona e sustenta a PRÓPRIA VIDA NO NOSSO PLANETA! Assim, tanto nas maravilhas do radiante Universo estrelado que nos cerca, as quais atestam a inegável existência de Deus, quanto já a um nível microcósmico encontrados nos intrigantes vestígios de uma extemporânea tecnologia que nos chega de um passado remotíssimo e obscuro, temos que forçosamente admitir que Voltaire tinha toda razão quando escreveu que nunca se poderá conceber que exista um relógio sem que tenha pré-existido a presença de um relojoeiro! Mas, em particular e no caso da existência de toda essa fantástica tecnologia - fantásticos "relógios" advindos de um passado desconhecido e muito distante - QUEM exatamente teriam sido esses "relojoeiros"?

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